quarta-feira, 20 de agosto de 2008

diminuta...

O agora passou passando bem devagarzinho
Se se faz tudo que quer, não estou sozinho
Deu no rádio e na TV
O mundo se cansou de solidão.
Sol de verão que queima a face
O protetor não é mais necessário
E como queria saber as belas artes
Das palavras soltas poder juntar
Pra contar ao povo todo do devagar do agora
Que passou a passar sem sol
Varreu o vale e a estrada
Do meu peito, nada ficou
Nas artes da solidão do vale e do necessário
Pra saber ver o sol só mais uma vez
No pé da estrada empoeirada.

Um comentário:

lalai disse...

meudeus que lindo... como pode?
tanta síntese... quem dera eu soubesse fazer essas coisas... ;D