sexta-feira, 5 de setembro de 2008

23 Apr

Ver de novo tudo pela opacidade
Crer assim que nada me conforta
Esse mundo que somente me reporta
À luz cega transviada da sanidade.

Cobaia desumana, humanamente, retalhada,
Se albergou em qualquer peito que viu.
E nem sequer com um tiro em seu próprio sentiu
A queda em que sua vida se mostra espalhada.

Cacos! São todos que se fazem vis,
Querelantes, quimeriantes, alternativos.
Explodem sem motivos, em seus lares cativos
Nunca quiseram nada, como sempre quis.

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