sábado, 29 de agosto de 2009

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I -

Outros brasis virão, imersos em calma
Tudo é achismo e nada se forma,
Esta gigante montanha deforma
A cidade dentro de mim, alma.
Beiral das flores em meu jardim,
Dão noticia do mundo de lá,
Aqui é tudo ali e ali é quase cá
Desabrocho meu ser eu, eu assim
Sei daquilo que não se sabe
O que nunca apareceu na tv
Passo a passo vejo, e o que não se vê,
Os eus dentro d’eu, nunca se acabe.

2 comentários:

lalai disse...

oxente que mentira! o.O
como assim vc tinha escrito isso??
com certeza o meu tem alguma coisa disso.. acho que estamos conversando demais. rsrs ;D
enfim.

liindo ti! nossa, que poema sonoro e maduro. :D
cada dia eu me convenço mais de que vc é um gênio da poesia. rs ;)

° flor de canela disse...

Amado, que lindo!

Que bom achá-lo por aqui...

um beijo, dois.