terça-feira, 2 de março de 2010

Condução

O rosto que toca o frio metal
É só um rosto que sente frio no balanço suave,
No vaievém dos rostos e maos que sentem frio também.
E o calor, o calor era aquilo que não sentiamos mais.

3 comentários:

Preta Guerra disse...

Navalha na carne...

Fernando L disse...

Seguindo !

Acabou de ganhar um fã rapaz

Abraços

aperitivopoético disse...

gostei dessa janela poética, parabéns!