sexta-feira, 16 de abril de 2010

Só dela

quando é bem tarde e
Morfeu me abraça o corpo
deito em vitrais coloridos
Mosaicos todos sortidos
per-passam em minha frente
decoram minha janela
de metros sem medida
um céu riscado de vela
minha porta só dela

pelo infinito

Um comentário:

Be Lins disse...

Gosto de ler suas poesias,
seus poemas,
você fala da sua amada com a delicadeza que todas as mulheres deveriam ser brindadas.

Sua lente do amor, é cristalina.

Beijo