segunda-feira, 3 de maio de 2010

la pluie de lui

a poesia sorri da vida
constrói sua casa em mim
cada tijolo por segundo
refaz todo o meu mundo
e dorme em sua cama.

ao lado da plenitude
vem seu cheiro florido
doce, denso, perfeito
calor

3 comentários:

Laís Bratfisch disse...

e a vida sorri da poesia.
li como se fosse música.

voltarei aqui,
gostei (bastante).

aperitivopoético disse...

viu como sua poesia tem musicalidade??? a pessoa que comentou anteriormente constatou a mesma coisa q eu sempre falo...é como se eu ouvisse as notas.

continue escrevendo, vc emociona.

beijos poeta!

Fernando L disse...

DESTINO DO POETA

Palavras? Sim. De ar
e perdidas no ar.
Deixa que eu me perca entre palavras,
deixa que eu seja o ar entre esses lábios,
um sopro erramundo sem contornos,
breve aroma que no ar se desvanece.
Também a luz em si mesma se perde.

Octavio Paz

Lembrei desse poema lendo o seu. Queria saber se você pode ler um conto meu. Seria massa ter um retorno, hehe

Abs