sábado, 5 de novembro de 2011

por um dia, qualquer tarde

Eternesço inimportâncias
na esperança de captar
em qualquer outro canto
a dobragem umbigal do mar
se engolindo
desgalfinhando
o estilhaçar de grãos
que a areia não lembra
ter perdido
no tempo

4 comentários:

Be Lins disse...

Estava aqui brincando de escrever. A noite está bonita, mas não quis sair. Tem lua. E tem muitas estrelas no céu. O sono está a espreita, e isso parece bom.
Vi sua publicação a alguns minutos e isso me alegrou consideravelmente. Queria escrever mais amiúde, mas não quero invadir com exagero seu delicado pedaço de mar e céu. No entanto, hoje e agora,sabendo que estás tão perto, não pude resistir o desejo de vir aqui e desejar Boa Noite!, e dizer que estive aqui, ou aí, ou como isso possa parecer melhor.

Fiquei feliz com as suas palavras sobre cartas e palavras que vão e vem, num vai-e-vem de bem querer, e nessas ondas tão leves, despeço-me com um beijo.


*

Be Lins disse...

... "noite de casa e aconchego",
isso é danado de poético, não?

Sabe quando outro dia você falou sobre o derpertar de um sorriso?
Então!
obrigada pelo sorriso de agora.
Você faz meus olhos sorrirem também.

Boa Noite!

LÍVIA NATÁLIA disse...

Thiago, seu poema tem uma força bonita. Um cabriolar de palavras que dizem, comunicam, e atordoam o leitor. Coisa de que gosto muito! tenho lido muitas coisas ultimamente e é uma alegria descobertas assim! Saguirei seu blogue! Um abraço, LN

LÍVIA NATÁLIA disse...

Thiago, seu poema tem uma força bonita. Um cabriolar de palavras que dizem, comunicam, e atordoam o leitor. Coisa de que gosto muito! tenho lido muitas coisas ultimamente e é uma alegria descobertas assim! Saguirei seu blogue! Um abraço, LN