sábado, 17 de dezembro de 2011

acamado

a fresta que a luz corta na fineza insólita
a minha janela
em mim
traça caminhos no limite do quarto
caminhos de limite
sem revolta
sem cuidado
destrincando magia de candeeiro
aluarado em vereda florida
onde me perco
sem saída

2 comentários:

Be Lins disse...

Como pode
sendo como somos,
seres constituídos por partículas de energia que nunca acaba e não conhece limites,
sermos ao mesmo tempo,
tão íntimos da palavra limite?

Como alcançar a liberdade?

Um beijo de quem está aqui,
Be

Patrícia disse...

Eu adoro a mistura que alguns poemas tem do ambiente com os sentimentos.
Beijo