pras tuas mãos que agarram
minha barba
mãos de guerra
e de vida,
hoje só carícias
sem malícias
tão minhas quanto
seus os pelos que segura
com o afeto
da corda
tão temperada pelos dias
de segurar
embarcações nas ondas,
pra elas
tudo,
em mim, paz.
(para Max Fonseca)
1 Carta(s):
Muito obrigado, irmão!
Foi quase embaraçoso perceber a fidelidade de umas relações que você fez, sem nem ao menos conhecer de fato a nossa relação.
Minha avó é um presente. De Iemanjá! ; )
Postar um comentário