quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Cáceres y Cayetano

sufocam as varandas ensolaradas das ruínas delicadas em que pusestes teus olhos, e no fim do dia o próprio sol vem descansar. há de passar. demônios de minhas vontades, geniosos cacos de minha concretude espalhada pelos tapetes, acima de mim só o Equador e vapores. teus cabelos brincam nos meus suspiros. balas! e a vida fica muito mais doce quando teus cabelos brincam nos meus pelos, cárceres, fronteiras das nossas lonjuras. dizes em voz alta da alma feminina que em mim habita, alma de gente, replico, gente que é antes de tudo gente e precisa um tanto mais de gente e de seus cabelos, seu sorriso.

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